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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Como escolher o seu móvel sob medida



Júnia Leticia
 - Estado de Minas
Publicação: 03/10/2011 13:49 Atualização:
Para Tomaz Andrade, sócio-proprietário da Art Plan, racks, camas e armários para quartos estão entre as peças mais procuradas atualmente pelos consumidores (Eduardo Almeida/RA Studio)
Para Tomaz Andrade, sócio-proprietário da Art Plan, racks, camas e armários para quartos estão entre as peças mais procuradas atualmente pelos consumidores
Entre os móveis sob medida que têm tido grande demanda estão os racks, principalmente por causa dos novos formatos de aparelhos de televisão de tela plana. Mas há outros, como “camas, principalmente por causa do comprimento, e armários de quarto, com soluções como porta de correr ou separações diferenciadas”, explica Tomaz Andrade.

Para encomendar um móvel como esse, há mais de uma alternativa. A primeira coisa a fazer é agendar uma visita ao imóvel, na qual decoradores ou arquitetos que vão prestar o serviço aproveitam para fotografar e medir as dimensões do local onde o móvel será instalado. “Além disso, são colhidas informações como a composição do ambiente e a presença de outros móveis ou eletrodomésticos.”

Depois disso, é traçado um perfil das pessoas que vão utilizar o ambiente. Entre os itens que são levantados estão idade, o número de usuários do local, entre outros dados. “A partir daí, fazemos um projeto do ambiente completo, mesmo quando o cliente solicita apenas um móvel. Esse trabalho é apresentado em 3D ao consumidor, que, depois, pode ver o item encomendado ao vivo.”

De acordo com Fernanda Berni, o caminho mais indicado para a aquisição de um móvel sob medida é buscar, primeiro, um profissional para a criação do projeto. Pode ser um designer, decorador ou arquiteto. “Com o projeto em mãos, é feito o orçamento de sua execução e encomendado o serviço, em marcenarias ou lojas do setor. Há, também, a possibilidade de se buscar o serviço diretamente em algumas lojas, que, além de vender o produto, oferecem o projeto.”

ORIENTAÇÃO 

Para ter um móvel sob medida, Giselle Madeira diz que é importante contratar um arquiteto ou designer para conhecer o ambiente que receberá o móvel personalizado. Ele fará a medição do local. “E por meio de uma conversa, descobrirá as necessidades da casa, do ambiente e de cada família para aquele móvel planejado, assim como todos os objetos que serão colocados ali e sua função no espaço.”

Depois disso, o profissional encaminhará o projeto para o marceneiro, que fará um orçamento dentro das especificações exigidas e executará o projeto. Quanto ao preço, Giselle Madeira diz que há tabelas de associações de arquitetura e design que direcionam o valor para projetos de ambientes e de móveis.

Fonte: http://estadodeminas.lugarcerto.com.br/app/noticia/decoracao/2011/10/03/interna_decoracao,45320/como-escolher-o-seu-movel-sob-medida.shtml

Consumidores de várias classes sociais recorrem às peças sob medida



Eles estão em busca do conforto, funcionalidade e valorização dos imóveis. Profissionais ensinam a fazer o planejamento

Júnia Leticia - Estado de Minas
Publicação: 03/10/2011 13:51 Atualização:
O diretor-administrativo e financeiro da Sava, Bruno Guerra, diz que a demanda por móveis feitos sob encomenda cresceu, principalmente entre profissionais da decoração (Eduardo Almeida/RA Studio)
O diretor-administrativo e financeiro da Sava, Bruno Guerra, diz que a demanda por móveis feitos sob encomenda cresceu, principalmente entre profissionais da decoração
Assim como há móveis para todos os gostos, há públicos para as diversas opções de produtos sob medida. Basta saber o que pretende para sua casa e procurar o profissional mais adequado para realizar seus desejos. Afinal, a redução nas dimensões da mobília se popularizou. Para a designer de ambientes Fernanda Berni, a demanda por esse serviço independe da classe social. Isso porque, nos diferentes tipos de realidades, há necessidades distintas. “Enquanto um cliente de classe social mais baixa recorre aos móveis sob medida para atender uma limitação de espaço, o mais rico encomenda uma cozinha planejada para receber seus eletrodomésticos de última geração, criando verdadeiros espaços gourmet dentro de casa”, explica.
Apesar de reconhecer que a maior parte da demanda vem da classe A, Tomaz Andrade, sócio-proprietário da loja Art Plan do Minascasa, diz que também há procura da classe C pelas opções personalizadas. “Ela busca soluções para espaços menores. As pessoas passaram a perceber que é melhor fazer um projeto sob medida para quartos ou cozinha, valorizar os ambientes”, diz.
Mas, antes de decidir trabalhar somente com móveis personalizados, Tomaz investia nos modulados, aqueles que vêm prontos. Entretanto, devido às necessidades de mercado, desde 2007 mudou o foco para os planejados. “Principalmente em Belo Horizonte, não há como definir um tamanho padrão para móveis, já que há ambientes com diferentes formatos e tamanhos. Com o móvel modulado, perde-se muito espaço”, afirma.O resultado é que hoje, para atender a clientela, há várias opções disponíveis de móveis planejados, que cabem em todos os ambientes. Uma das razões para tanta diversidade é que a demanda aumentou e exigiu uma adaptação do mercado. “Antes, a maioria dos móveis sob medida era voltada para a cozinha. Hoje, já são muito comuns em salas, banheiros e quartos”, comenta Tomaz.
A diversidade de materiais também avançou muito. Se antigamente eram comuns cozinhas todas brancas, agora existem várias opções, como os materiais amadeirados, em tons claros e escuros. Segundo Tomaz, até mesmo as cores metálicas, muito usadas em puxadores, e as aplicadas em vidros podem ser escolhidas com a mesma variedade de opções que a cor de uma parede. E, para economizar na hora de mandar fazer o móvel, a escolha dos acabamentos faz uma grande diferença. “O mercado está com inúmeras possibilidades de acabamentos e cabe ao profissional ajudar na escolha daqueles com custo menor. A base dos móveis planejados mais usada é o MDF, que são chapas de fibras de madeira de média densidade”, explica a arquiteta Giselle Madeira.

ACABAMENTO 
Dentro desse tipo de acabamento, as variações mais usadas têm sido as que imitam madeira de demolição e vidros. Mais importante que optar pelos que estão sendo mais procurados é saber adequar o móvel às necessidades do cliente e do ambiente. “Quando se consegue isso, acaba sendo uma opção econômica, já que como o móvel é feito sob medida, não se perde nada em termos de material nem de espaço”, diz.Para que a demanda do consumidor seja atendida de forma eficaz e econômica, evitando-se gastos desnecessários, a sugestão da designer de interiores Fernanda Berni é considerar a necessidade real e o espaço disponível. “Depois, pesquisar. Entre tantas lojas e tantos móveis diferentes, as chances de se encontrar um já pronto que atenda o cliente é grande”, considera. Para quem já se resolveu pelo móvel sob medida, a indicação da designer é o MDF branco, que segundo ela vai bem em vários ambientes.
O preço do serviço variar conforme o grau de dificuldade de instalação, material escolhido e tamanho da peça. Com relação ao móvel, o diretor-administrativo e financeiro da Sava, Bruno Guerra, diz que normalmente o custo está dividido em 40% relacionado à matéria-prima, 40% de mão de obra e 20% de impostos e comissões. Um sofá, por exemplo, pode variar de R$ 3 mil a R$ 15 mil; uma mesa de jantar, de R$ 2 mil a R$ 10 mil; um rack, de R$ 2,5 mil a R$ 8 mil; e uma poltrona, de R$ 900 a R$ 5 mil.


Fonte: http://estadodeminas.lugarcerto.com.br/app/noticia/decoracao/2011/10/03/interna_decoracao,45321/consumidores-de-varias-classes-sociais-recorrem-as-pecas-sob-medida.shtml

Mercado de móveis tem expansão em Minas Gerais


Crescimento é impulsionado pela expansão do mercado imobiliário e aumento do poder de compra das classes C e D. A previsão é que o setor moveleiro cresça 7% até o fim de 2011, no estado. 13ª Feira Mineira de Móveis e Decoração, tradição em BH, comprova esse crescimento

Joana Gontijo - Lugar Certo
Publicação: 09/09/2011 11:40 Atualização: 09/09/2011 12:46
 (Divulgação)

O aumento do poder aquisitivo das classes C e D, com maior oferta de crédito e o sólido crescimento do setor da construção em Minas Gerais, tem refletido no aquecimento da indústria moveleira no estado, que deverá registrar crescimento de até 7% até o fim de 2011, de acordo com informações do vice-presidente executivo da Associação de Lojistas e Representantes de Minas Gerais (Alormov-MG), José Oscar Silva Pinto. Ele afirma que o mercado moveleiro por aqui faturou R$ 70 milhões somente em 2010. “Atualmente Minas Gerais é o terceiro maior mercado consumidor de móveis do Brasil e o 5º maior mercado produtor. Belo Horizonte fica em primeiro lugar no ranking de consumo do estado”, complementa.

Um dos dados que comprovam esse crescimento, é o faturamento de R$20 milhões registrado em 2010 pela tradicional Feira Mineira de Móveis e Decoração – Minas Móveis que é realizada na capital todos os anos, 18% a mais que na edição anterior, em 2009. De acordo com o diretor da MG Marketing e Êxito Marketing, empresas idealizadoras da feira, Uriel Pinheiro, foi realizado um investimento na ordem de R$ 400 mil e o evento promete movimentar aproximadamente R$ 22 milhões em vendas em sua 13ª edição (que vai até domingo no Minascentro), 10% a mais que em 2010.

De acordo com Uriel, setembro foi a data escolhida para a realização da feira, por ser um mês chave para a indústria moveleira. “As fábricas e lojas se preparam para o período conhecido como 'trimestre de ouro', que corresponde aos meses de outubro, novembro e dezembro”. Ele explica que com a chegada do fim do ano, as vendas aumentam e os lojistas chegam a faturar, em seis dias de feira, um valor correspondente a dois meses de trabalho.

Nos últimos anos, o perfil do comprador de móveis tem se modificado, contribuindo também com o crescimento do setor. “Em relação ao mercado moveleiro, no ano 2010 as classes C e D consumiram em torno de 5% a mais que no ano anterior. Já entre as classes A e B, houve um acréscimo de 2%”, destaca Uriel. “Esses consumidores têm comprado móveis com preços mais elevados. No último ano, o ticket médio de compras era de R$ 2 mil, em 2011 esse valor subiu para R$ 2,6 mil.

De acordo com o proprietário da loja Laurenzo Decor, Davidson Luiz dos Reis, a empresa registrou um faturamento 20% maior no primeiro semestre deste ano, em comparação a 2010. “No último ano, faturamos em média R$ 35 mil por mês. Nos primeiros seis meses de 2011, faturamos em torno de R$ 50 mil”. O comerciante, que participa pela primeira vez da Minas Móveis, afirma que a expectativa de faturamento durante o período de realização do evento é de R$ 170 mil. “Estamos nos baseando no ano promissor para o segmento e também no excelente resultado de uma pesquisa que realizamos com os expositores que participam da feira desde a primeira edição”, finaliza.

Com o crescimento do setor moveleiro e a aproximação do “trimestre de ouro”, período no qual são realizados 40 % dos eventos e feiras do setor, a expectativa é de que o mercado de trabalho desse segmento fique aquecido este ano. “A Feira Mineira de Móveis deve gerar em torno de mil empregos diretos e três mil empregos indiretos este ano”, avalia Uriel. Ele esclarece ainda que o evento reúne 60 expositores de todo o Brasil e espera receber aproximadamente 45 mil visitantes.

A Região Metropolitana de Belo Horizonte possui aproximadamente 1,5 mil lojas de móveis. No Estado, esse valor gira em torno 3 mil. Segundo a Alormov, o setor produtivo emprega atualmente em torno de 200 mil pessoas no estado. Em virtude da crescente demanda desse segmento, principalmente no segundo semestre, o mercado de trabalho deve ser ampliado em torno de 7% , ou seja, 21 mil novas oportunidades no setor moveleiro.

De acordo com o gerente financeiro da loja Oficium Móveis e Artesanatos, Vinícius Campos, devido ao aumento da demanda de consumidores este ano, a loja ampliou em 20% o seu quadro de colaboradores efetivos. “Para a 13º Feira Mineira de Móveis e Decoração, contratamos mais dois temporários”, acrescenta.


Fonte:http://estadodeminas.lugarcerto.com.br/app/noticia/decoracao/2011/09/09/interna_decoracao,45230/mercado-de-moveis-tem-expansao-em-minas-gerais.shtml

 

terça-feira, 11 de outubro de 2011

O mercado moveleiro no Brasil


A cadeia produtiva moveleira é uma das mais variadas e dinâmicas da economia brasileira. Os números comprovam. No ano de 2005, o faturamento estimado do setor foi de R$ 12.051 bilhões, enquanto o registrado em 2004 foi de R$ 12.543 bilhões, o que aponta uma ligeira queda, conforme aponta o Panorama Agosto de 2006 da Abimovel – Associação Brasileira da Indústria de Mobiliário.
Do faturamento de 2005, US$ 990.424.209 vieram com as exporta ções – de acordo com o estudo da Abimovel. Os dados indicam um aumento de 5,3% no volume de exportações. Em 2004, o comércio para o exterior gerou US$ 940.574.475. No ano de 2005, a balança comercial fechou em US$ 883 milhões positivos.
Santa Catarina é o estado que lidera as exportações. Só no ano de 2005, os catarinenses foram responsáveis por 43,75% do total de exportações, movimentando US$ 433.338.634. O maior número de empresas exportadoras, no entanto, está em São Paulo – 281. O Rio Grande do Sul tem 268 exportadoras e Santa Catarina, 215. Só a categoria de assentos movimentou US$ 206.034.166 em exportações no ano de 2005.
De acordo com a Abimovel, a maior parte das exportações nacionais em 2005 foi para os Estados Unidos, França, Reino Unido, Argentina e Alemanha. Só os norte-americanos compraram US$ 390.574.012 em móveis brasileiros. A Alemanha é o país que mais exporta móveis para o Brasil. De janeiro a agosto de 2006 o país europeu foi a origem de 24% do volume de importações brasileiras no setor.
Não há registros atuais do número de empresas do setor. Os dados mais recentes, apurados na RAIS de 2004, apontavam a existência de 16.104 empresas que geram 206.352 empregos (RAIS 2004), de capital nacional em sua maioria. São 11.992 microempresas (de até nove empregados), 3.372 de pequeno porte (10 a 49 empregados), 436 de médio porte (50 a 99 empregados) e 304 de grande porte (mais de 100 empregados).
A maioria das empresas concentra-se nas regiões sul e sudeste. São Paulo detém o maior número de empresas (3.754), seguido por Rio Grande do Sul (2.443), Minas Gerais (2.126), Paraná (2.133) e Santa Catarina (2.020).
Segundo a Abimovel, das indústrias formais de móveis que operavam no Brasil em 2003, 83,44% produzem móveis de madeira e chapas de fibra de madeira e 7,63%, de metal. Do total, pouco mais de 2% se dedica à produção de colchões e 1.103 fabricam mobiliário com outros materiais.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Boutique Férrea no Salto em Negócios 2011



A Boutique Férrea, participou do Evento Salto em Negócios, promovido pela AC Minas e realizado no Hotel Mercure em Belo Horizonte nos dias 20 e 21 de setembro/2011 .
Nos últimos anos, Minas Gerais avançou em muitos setores. Começou com um salto de qualidade da administração pública. Em seguida, no desenvolvimento econômico, com a atração de grandes empreendimentos para diversas regiões do Estado, ao mesmo tempo em que estimulava novos investimentos de empresas já estabelecidas. Neste clima de confiança e otimismo, Minas assistiu também a um grande salto na participação das mulheres em diversos setores da economia. Notáveis empreendedoras, as Mineiras passaram a chamar a atenção do mundo dos negócios – deram novo salto, dessa vez nacional, conquistando mercados e atraindo a mídia. Mais que testemunhas de todos os saltos, a ACMinas e o Conselho da Mulher Empreendedora são também participantes. O evento Salto em Negócios é exemplo disso, uma forma que a entidade utiliza para promover aquelas que sabem conduzir com elegância e competência o mundo feminino dos negócios. A ACMinas fortalece, com essa iniciativa, sua imagem como entidade representativa da atividade comercial e prestigia as mulheres empreendedoras. O Salto em Negócios valoriza Minas Gerais, esse nosso Estado que, não por acaso, é um substantivo feminino. E, ainda por cima, plural. 


  É com muita alegria e satisfação que expomos as fotos da cobertura  do Salto em Negócios, onde a Boutique Férrea participou de forma ativa divulgando seus produtos e soluções em móveis e adornos para deixar a casa das mulheres mineiras ainda mais bonita, com bom gosto e exclusividade.

Auriane Couto - Assistente de Marketing, Mônica Hamaceck - Diretora e Thayane Fidelis Consultora de Marketing e Vendas da Boutique Férrea
Mônica Hamaceck, diretora da Boutique Férrea, pelo segundo ano participando e prestigiando o evento Salto em Negócios promovido pela AC Minas.
A Rodada de Negócios, é um momento de confraternização e de geração de negócios e oportunidades que ocorre no evento Salto em Negócios, focada somente em mulheres empreendedoras, onde cada uma apresenta seus produtos e serviços, fazem e geram negócios e parcerias promissoras.
A Boutique Férrea,  coleciona elogios que ilustram ainda mais o sucesso do evento.

 “Mulheres em Negócios” foi um sucesso! E certamente, a participação de sua empresa contribuiu para isso." Edina Yukie - Comercial AC Minas.

"PARABÉNS! Com a sua participação, o Salto em Negócios, foi  um SUCESSO, e com um charme todo especial de suas peças. Tenho recebido vários elogios de associados e participantes, espero que muitos negócios sejam realizados"   Márcio Santos -  Central de seguros AC Minas."

E que venha a próxima edição, temos apenas a agradecer pela excelente oportunidade, a AC Minas e a todos os participantes, o nosso muito obrigada!

Mônica Hamaceck - Diretora Boutique Férrea

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Boutique Férrea no CRIO 2011



Utilizar a CRIATIVIDADE alinhada à INTELIGÊNCIA para INOVAR e criar OPORTUNIDADES na busca por RESULTADOS positivos em suas carreiras - assim é o CRIO 2011, um evento moderno, marcado por uma visão nova sobre o mercado e as necessidades dos novos profissionais. 
O CRIO reúne palestrantes reconhecidos em suas diversas áreas de atuação e que abordaram, em suas palestras, as suas experiências e os seus conhecimentos. 


O evento foi realizado nos dias 13 e 14 de Setembro e foi promovido pela Ac Minas.

A Boutique Férrea esteve presente e dispomos para você um breve resumo do que foi abordado nas palestras que contou com presenças ilustres, como : Professor Menegatti, Dado Schneider, Caco Barcelos, Gabriel o pensador, entre outros.

Professor José Emílio Menegatti - Tema: “Visão” Oportunidades e Futuro.


Foram abordados os seguintes tópicos:
  • Ver: olhos/ Visão: além do espaço físico. È ver o futuro antes que ele exista, vista do coração, limitada por idéias e imaginação.
  • Era da  hipercompetitividade.
  • Visionário X Ilusionário = A diferença consiste na capacidade de colocar em prática.
  • Conhecimento produz criatividade = “Distinga-se ou extinga-se” Tom Peters.
  • Entender a mudança, correndo atrás e não ter medo de mudar antes que a mudança te esmague.
  • Em 2020 = computadores terão a mesma capacidade que o cérebro humano.
  • Em 2030 = 80% das profissões deixarão de existir do mesmo modo como conhecemos hoje.
  • Boca- boca virtual.
  • Pensar em mudanças (95% das decisões que tomamos são mecânicas) Não basta mudar porque o outro esta mudando. È preciso combinar tecnologia com “gente”.
Para alcançar o sucesso:

ü  Construa relacionamentos – 71% dos negócios são concretizados através do relacionamento.
ü  85 % do sucesso pessoal advêm da construção e manutenção dos relacionamentos.
           
Os 3cs
  1. Caráter = superior a eficiência ou competência, pois é capaz de evidenciar valores, como ética e humildade e geram confiança.
  2. Competência= busca pelo resultado.
  3. Combinação = 87% das pessoas fracassam por se relacionarem bem.

Dado Schneider  - “A era do ficar - Tirando o mofo do marketing”

Foram abordados os seguintes tópicos:
  • O que os clientes querem?
  • Era única de mudanças.
  • ERA DO FICAR = Chegou ao fim o tempo dos amadores, é a vez dos profissionais.
  • Aceleração da velocidade das mudanças. Não conseguimos dar conta de tantas mudanças, ficou impossível acompanhá-las.
  • É preciso mais contato com o mercado.
  • Multicompetição = Existe concorrência em todos os segmentos. 
  • Marcas estão sendo colocadas injustamente no mesmo patamar, ou seja, no campo da percepção.
  • Informação = Excesso de informação vinda de todos os lados.
  • Equalização = Vala comum no campo da percepção, é importante o que o outro acha (isso se dá através do nosso cansaço mental).
  • Os públicos falam muito entre si e se influenciam.
  • Pior do que a realidade é só as perspectivas.
  • O segredo é ser fonte de informação.

Paulo Storani - Tema: “Construindo uma Tropa de elite”.

O que é missão: Missão dada é missão cumprida.
O possível qualquer um faz. Existem missões que não são para qualquer um.

Regra vitoriosa:
  • Determine o objetivo;
  • Foco na missão;
  • Planeje a missão;
  • Cumpri-los com disciplina e excelência;
  • Mobilizar, treinar, agir e corrigir.
  • Nada é tão bom que não possa ser corrigido.
  •   Querer/ Poder/ Fazer
  •  È preciso querer fazer
  • Principio do desconforto = é através deste que estamos aptos a evoluir- Adaptação/ Evolução
  • Desafio de limites (é trabalhar duro, no limite)
  • Cooperação: trabalho em equipe
  • “Na vida ou você luta, ou você foge”
  • Confiança na luta
  • Missão: Planejar, cumprir e cumprir.
  • Liderança é exemplo- Aprenda sempre
  • Reconheça sua missão, estabeleça metas, planeje e defina o tempo para cumpri-la, comece logo. Faça sempre o melhor.
  • Você é líder de você mesmo.
  • Não reclame, não odeie e não desista. Você não está sozinho!
  • Determinação/ Preocupação/ Obstinação/ Focado.
  • Objetivo + Importância “criar força de vontade para seguir”
  • O que eu acredito e que eu gosto, cabe a mim!
  • Ter convicção dos nossos desejos, das nossas buscas.
  • O caminho não é fácil.
  • Criatividade crie algo diferente. Criar depois de errar
  • Mostre-se capaz porque a oportunidade existe e é preciso criatividade.